segunda-feira, 16 de novembro de 2009

No duelo dos super quarterbacks, Peyton Manning vence


Indianapolis Colts e New England Patriots mostram neste Sunday Night o porquê o futebol americano é um jogo muito, muito emocionante. No duelo entre os super quarterbacks, Peyton Manning conseguiu levar os Colts a uma virada no último quarto contra o Patriots de Tom Brady: 35 a 34.

Manning é o mais inteligente quarterback da década, lê as jogadas como ninguém e lança próximo da perfeição; Brady consegue completar mais passes, tem 3 Super Bowls no currículo (dois a mais que Manning), mas tem um melhor time ao seu lado para ajudá-lo. No jogo, Manning completou 4 touchdowns, com duas interceptações; Brady, 3 touchdowns e uma interceptação.

E contra isso, Peyton Manning provou ser o melhor da década na NFL. Sua eficiência fez com que o técnico dos Patriots, Bill Belichick, aos dois minutos do final, arriscasse uma 4 para duas jardas, perdesse a posse de bola em torno da linha de 30 jardas e visse o seu temor tornar-se realidade: uma derrota de virada após uma vantagem de 17 pontos no placar.

Os Colts continuam invictos e se colocam como o time favorito a chegar no Super Bowl. Quem será o desafiante?

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

"Coco avant Chanel" lembra, mas não toca o mito


A importância de Coco Chanel para a revolução feminina no século XX é imensa. Libertá-las do espartilho, aproximá-las das confortáveis vestimentas masculinas e criar uma identidade a partir deste ponto mudou toda uma relação das mulheres com seu próprio corpo e mente. "Coco avant Chanel", o filme, nos lembra de tudo isso e nos remete ao embrião desta personalidade ímpar... mas, como obra cinematográfica, fica apenas no quase.

A narrativa linear de Anne Fontaine, a diretora, é correta, mas pouco audaz; a interpretação de Audrey Tatou no papel título tem alguns momentos brilhantes, mas lhe falta potência para transcender a tela e tocar o mito Chanel. Entre os coadjuvantes, Benoît Poelvoorde, que faz o homem mais velho que se aproveita (e também é explorado por ela) e acaba apaixonado por Coco, é o destaque.

Se nos aspectos emocionais (direção, atuação e roteiro) o filme não passa de bom, nos técnicos apresenta nuances bem interessantes: a trilha sonora de Alexandre Desplat casa muito bem com a grife Chanel; o figurino vai evoluindo muito gradativamente, com Chanel criando aos poucos esboços do que ao final, torna-se uma criação única até aquele momento de nossa história. Obviamente neste quesito, figurino, a produção não poderia dar um ponto sem nó.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Dez anos depois, apagão assola Brasil novamente


Interessante que um dos temas tratados nas eleições de 2006 foi a possibilidade de haver um apagão elétrico no Brasil a partir de 2010. A então ministra da energia, Dilma Rousseff, agora pré-candidata à presidência, garantiu que o governo trabalharia para afastar a hipótese.

Hoje, com calor, rodeado de pernilongos e com meu carro à perigo (pois o portão automático estava aberto justo na hora da pane), senti na pele todo o planejamento do governo federal para evitar o apagão... que voltou a acontecer!

Com a volta da energia, gastei quase um frasco de SBP no quarto, fui tomar um banho e retornei para achar uma notícia na qual Dilma garantia que o apagão estava afastado. Para minha surpresa, a notícia não tem tanto tempo: foi publicada no último dia 29 de outubro, no site G1. Clique e leia.

Vamos ver quais serão as desculpas dadas pela manhã, quais serão as explicações e por que o PAC não está funcionando, ao menos neste setor.

No governo imperial, havia um ditado que nada havia mais parecido com um liberal que um conservador e vice-versa. O governo do PT é tão parecido ao do PSDB (Lula x FHC) que até mesmo neste apagão literal quis copiá-lo. Será que queremos mais do mesmo para as eleições de 2010? Eu não quero.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Segredos (des)conhecidos são revelados em "House"


O sétimo episódio ("Known Unknowns") da sexta temporada de House teve três grandes segredos revelados. Dois deles, não eram de nosso conhecimento: o detetive Lucas, personagem que apareceu na quinta temporada e ocupou o lugar de Wilson como melhor amigo de House durante a briga dos dois, tem um caso com Cuddy; e o outro é que o oncologista do Princeton Plainsboro pratica eutanásia nos pacientes que sofrem impensáveis conseqüências com o estágio terminal de câncer.

Enquanto o primeiro segredo destrói o coração de todos os fãs que torcem pelo casal Cuddy e House, o médico não se abala e ainda evita que seu melhor amigo faça um discurso de mea culpa suicída sobre sua prática ilegal de eutanásia em um congresso médico.

Em New Jersey, os três porquinhos (Cameron, Chase e Foreman) tentam dignosticar um caso de uma adolescente: ou seja, duas vezes mais mentiras que o normal no histórico da paciente. Em meio às investigações, Chase e Cameron discutem o que está corroendo o australiano de culpa e no final do episódio, a reveleção da qual tínhamos conhecimento e que todos sabem ser o catalisador dos acontecimentos futuros com os protagonistas da série: Chase revela que matou o ditador Dibala e seguramos nossas respirações até a próxima segunda.

sábado, 7 de novembro de 2009

É não é que responderam a minha pergunta

O Lance! respondeu o que é que o Grupo Sonda ganha com a aquisição de Riquelme para o Corinthians na manhã seguinte do meu post sobre o assunto. É só clicar aqui.