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quinta-feira, 22 de maio de 2014

American Idol XIII: o gordo rock&roll ganhou (mas a lindinha irá vender mais discos!)

Desde o Top 8 do reality show mais assistido do mundo achei que Jena Irene seria a vencedora: 17 anos, cara e jeito de melhor amiga de todo mundo, com uma voz inconfundível e com setlist totalmente do século XXI - e mais - desta década deste século. Mas Caleb, que parece aquele gordo chato que não para de falar, realmente foi o cantor que mais impressionou durante toda a (fraca) temporada do American Idol.

No começo do programa final que foi ao ar ontem à noite nos EUA (com queda de 28% de audiência em relação ao ano passado, que coroou a soul-R&B singer Candice Glover), o apresentador Ryan Seacrest fez aquele esquema de gincana: "quem está torcendo para a Jena/Caleb?"... os gritos a favor do gordo-rocker foram nitidamente maiores (para a minha surpresa), antecipando a sua vitória.

Caleb Johnson, 22, é o vencedor da 13ª temporada do American Idol.

O show final teve boas surpresas, como Alex Preston cantando com Jason Mraz, Jena com Paramore (muito divertido) e Caleb com Kiss (mostrando a predileção pela década favorita do vencedor - the 80's), e a colaboração dos juízes (ponto alto da temporada - Keith Urban, Jennifer Lopez e Harry Connick Jr.) além de micos, com Seacrest cantando Richard Marx (justo a primeira música que eu aprendi a cantar em inglês - "Right Here Waiting").

Seguem os vídeos da minhas apresentações preferidas dos Top 3:

Alex Preston / "Say Something":




Jena Irene / "Bring Me To Life":




Caleb Johnson / "Dream On"



sábado, 3 de maio de 2014

American Idol: Nerd dark horse, Alex Preston

Desde a eliminação da cambaleante (e antes apenas envolvente) Majesty Rose, no top 9, a 13ª edição de American Idol começou a apontar para dois favoritos - a estrela adolescente candidata a sucessora de Kelly Clarkson (a primeira vencedora do programa), Jena Irene, e o chubby rocker Caleb Johnson. Com performances consistentes e vozes impactantes, os dois têm impressionado semana a semana em uma temporada fraca no maior reality do planeta.

A minha aposta para o Top 3 sempre foi Alex Preston. O "white-guy-with-a-guitar" desta temporada é muito diferente do esteriótipo que vinha preocupando a audiência e a crítica do programa, já que da sétima até a 11ª temporadas só dava eles: o pop-rocker David Cook (meu idol favorito!), o guy-next-door Kris Allen, o atendente de loja de departamento Lee DeWyze, o countryboy Scotty McCreery e o hipster Phillip Phillips (a soul-singer Candice Glover ganhou a 12ª edição, acabando com a "era"). 

Alex é o nerd/geek que fica trancado em seu quarto fazendo malabarismos com as melodias das mais variadas músicas e precisa apenas de uma voz apurada, mas que não chega a "put the roof down", e o dedilhar do violão para conseguir chegar onde muitos duvidavam: o Top 5 do American Idol.

E nele, Alex fez a apresentação da semana, um dos momentos mais memoráveis da temporada, com a versão de "Say Something", do grupo "A Great Big World" (não conhecia o grupo e nem a música, que ficou melhor na voz de Alex!). Será que isso será o suficiente para quebrar a final que já está praticamente acertada? Fora deste estilo de música, Alex não consegue performances que se equivalem, na presença de palco, aos favoritos. Mas, pro meu gosto, vou preferir comprar o CD do Alex ao do Caleb. Vamos ver se Alex Preston conseguirá repetir o feito de Kris Allen e surpreender a todos...


sexta-feira, 18 de abril de 2014

American Idol: A front-runner (at last)

Se a produção e a edição da edição 13 do reality-show de maior audiência dos EUA melhoraram e o programa teve como grande novidade a inclusão do afiado, técnico e divertido Harry Connick Jr., os participantes não são dos melhores castings já reunidos dos últimos anos do American Idol.

Jena Irene, 17, mostra muita confiança e personalidade e deve ser a vencedora da 13ª edição do reality. Foto: www.americanidol.com 

Mas chegando ao Top 6, finalmente já está claro quem são os dois candidatos mais fortes a vencer o programa. Vinda da repescagem e com apenas 17, Jena Irene tem uma voz incrivelmente moldada para cantar o pop-rock atual sem fazer feio. Melhorando semana a semana, ela já tem no mínimo uma grande apresentação para ficar para a história do programa, com um cover de Evanescence.

O provável desafiador da menina que tem um quê de Kelly Clarkson (a primeira vencedora do programa) é o chubby-rocker Caleb Johnson. Com uma voz poderosa, vai ficar faltando para ele a empatia que Jena tem tanto com meninos como meninas adolescentes, os principais votantes do reality. Se bem que ele tentou e conseguiu o melhor "tender-moment" da temporada até agora com "Faithfully".

O terceiro posto vai para o geek-hipster Alex Preston. Músico de escolhas, arranjos e rearranjos geniais, falta para Preston um pouco menos de Asperger para poder conquistar uma parcela do público e quem sabe ter a chance de ser o Kris Allen da vez (beeeeemmmmm difícil). Mas o cara sabe fazer com que qualquer música soe como dele... o que dizer desta versão de "Every Breath You Take"?

O restante dos concorrentes realmente já falharam bastante e ou já cairam fora ou estão apenas esperando a sua vez.... Jessica Meusse é antipática, fria e não consegue transparecer emoções; C.J. é apenas emoção; e Sam Wolf está lá apenas por ser "mais um rostinho bonito".

Vamos ver se estas previsões se confirmam em maio, na noite de maior audiência da TV americana, tirando o SuperBowl, é claro!


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Harry Connick Jr. é o upgrade de Simon Cowell em fraca edição de American Idol

A 13ª temporada de American Idol começou com quase tudo reformulado. O cantor country australiano, marido de Nicole Kidman, Keith Urban, foi o único juiz a permanecer da temporada anterior; Jennifer Lopez voltou após o hiato de um ano e para o lugar de Randy Jackson, que estava no programa desde a primeira edição (assim como o apresentador Ryan Seacrest), a produção convidou o jazzista e ator Harry Connick Jr.

Músico de mão cheia e de uma personalidade carismática e de muito bom-humor, Harry se transformou facilmente no destaque da nova temporada do programa não-esportivo número 1 dos EUA. Na fase das audições, a produção, ao contrário das outras edições, priorizou o talento e os aprovados, em vez dos "weirdos" que faziam tanto sucesso (prefiro ouvir os cantores mesmo). A parte de humor, muito bem dosada, ficou por conta de Harry, com tiradas hilárias.

Harry Connick Jr. embala fã em audição histórica! - Fonte: blogs.sfweekly.com

Nesta semana, o programa saiu de sua segunda fase (Hollywood Week + Definição do Top 13) para escolher quem realmente fará o show. E aí que reside o problema: não há grandes destaques, ao contrário de outras edições. No ano passado, por exemplo, a vencedora Candice Glover a terceira colocada Angie Miller estavam bombando nessa fase, praticamente com contratos com gravadoras esperando por ambas.

O melhor, até agora, veio na calma e hipnotizante voz de Majesty Rose (que nome artístico pronto hein!), com um cover genial do Coldplay em sua primeira audição:


Voltando ao nosso protagonista: Harry Connick Jr sabe quando brincar e quando falar sério; não é sarcástico ou grosso como o "mentor" do programa, Simon Cowell (fora desde a nova edição, a pior até aqui, para se dedicar ao X-Factor USA - PS: eu gosto do Simon); e além disso, dá conselhos musicais como ninguém, de forma incontestável.

Se Harry (e vá, a edição do programa) são os únicos grandes destaques até aqui, a ausência de um talento predominante nesta competição de cantores pode reservar uma temporada realmente surpreendente. Espero que seja pelo lado positivo.

Confira quem são os cantores do Top 13 que embalarão as semanas até maio para a maior audiência da TV dos EUA (fora o SuperBowl): www.americanidol.com.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

American Idol: The Truth is out there



"We have three different voices in this finale, each one beautiful in their own way. But the performance quality, the way you are willing to dig deep into the words and the meaning through the music, it that makes you very special. That's take courage and a different kind of strength. It’s just a beautiful thing to watch and I really love to watch you".

That was kinda the exact words that Jennifer Lopez said about the second song of Joshua Ledet on the Top 3 show of American Idol 11, the one that brought tons of very special talents on the big TV show of the last 10 years. Even being the biggest voice I seen on American Idol (I watch since season 7), the soulful machine of the most amazing runs had his journey ended.

The majority of votes went to the blue-eyed-coolest-guy-next-door-with-the-guitar with a repetitive name, Phillip Phillips, and the Mexican-Asian doll with a software that delivers the most pure and perfect sounds (but kinda without emotions), Jessica Sanchez.

Idol history had shown that the biggest stars not always win the title, aka Jennifer Hudson or Chris Daughtry. And for sure, this will happen with Joshua with a long and very successful career showing the world his amazing voice and sweating his soul on the stage.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

David Cook exacerba o lado "Word Nerd" em "This Loud Morning"

Em sua segunda aparição nos programas ao vivo da sétima temporada de American Idol, David Cook se descreveu como um "Word Nerd". O polêmico Simon Cowell achou que aquilo não era um jeito midiático de se apresentar. Por fim, o lado "Word Nerd" de David Cook parece ser o que o realmente diferencia.

Seu segundo álbum, "This Loud Morning", ainda não foi lançado oficialmente (dia 28, semana que vem, chega logo!), mas os streamings já estão rolando por aí. As músicas não são as mais inovadoras da década, a voz de Cook realmente é quase sem paralelos, mas o que realmente faz do melhor fruto do programa de calouros de maior sucesso da história ser diferente é o seu talento para escrever letras inusitadas e quase nunca óbvias.

O novo disco parece discutir o tempo e seus efeitos em emoções humanas. Ainda não tive tempo para ouvir, ler e interpretar todas as letras, mas uma delas é especial: Circadian, que abre o disco. A tradução aproximada para o nome da faixa poderia ser relógio biológico. A letra fala de alguém que pede ajuda e que se desligará do mundo quando o sol nascer... seria um altista, um suicida, um apaixonado totalmente desesperado? Não há uma certeza, há apenas um conceito extramente complexo de uma palavra que não está nos dicionários mais comuns.

Fazer pensar e contar com a interpretação do receptor da mensagem para que exista um significado, e por vezes múltiplo, é o que faz de algo ser arte. E somente com a faixa de abertura de seu novo trabalho, David Cook faz isso com maestria. E para provar que é realmente um verdadeiro artista, a versão ao vivo é melhor que o estúdio... enfim, sem mais delongas, Circadian.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

American Idol: country superstar has bourne


Na final, deu o esperado: Scotty McCreery é o vencedor da décima e melhor edição do American Idol até então. O match-up final, no entanto, não foi tão emocionante - dois cantores do mesmo gênero e não havia um fator surpresa, como Kris Allen, na oitava edição.

Scotty é simpático, divertido e conquistou a América com sua simplicidade e um fator determinante: tornou-se uma estrela aos olhos da plateia. Semana a semana, o menino que só sabia "Baby lock the door and turn the lights down low" evoluiu com uma velocidade emocionante, transformando seu timbre único em uma variação bastante interessante e envolvente para cantar o mais americano de todos os estilos.

Os produtores procuravam por uma estrela tão grande quanto outra vencedora do Idol, Carrie Underwood (quarta temporada), também country e com mais de 36 milhões de formatos vendidos (CD, single e downloads) até agora. Eles podem ter achado até mais do que isso - Scotty tem potencial para ser o próximo Garth Brooks!

Nas duas últimas semanas, no entanto, Top 3 e Top 2, Lauren Alaina conseguiu tocar por alguns instantes todo o seu potencial e foi a melhor das duas noites, principalmente na última, ao emocionar a audiência, cantando para sua mãe a música "Like My Mother Does". Pode ser nela que os produtores podem encontrar a próxima Carrie Underwood, que, por um acaso, é a "ídola" de Lauren.

Resta a todos saber agora quem assinará com a Interscope Records na mais prolífica temporada do programa mais assistido do mundo. Eu gostaria muito de ouvir os CDs/MP3s de Scotty, Lauren, Haley, James, Jacob, Casey e Pia. Muita gente, né?

sexta-feira, 20 de maio de 2011

American Idol: a true AMERICAN finale


De todas as finais possíveis, esta será a mais americana de todas. Talvez seja injusto afirmar isso, já que todos ou quase todos os ritmos internacionalmente conhecidos são ou se tornaram famosos devido aos EUA. Mas nenhum deles tem suas raízes tão firmes naquele país quanto o Country.

E foi a simpatia e simplicidade da dupla country da melhor temporada do programa mais visto dos EUA que levou Scotty McCreery e Lauren Alaina para a final da próxima terça-feira. Eles não tinham as melhores vozes, mas foram os que mais cativaram o público.

Scotty é o grande favorito e só um desastre tira o título do garoto de Garner, North Carolina. Ele simplesmente está destinado a vender milhões de CD e downloads e tornar-se o próximo grande ídolo do ritmo. O crescimento dele de alguém que sabia cantar apenas algumas músicas para um verdadeiro artista é gritante.

Pena foi ver a favorita dos cults e da crítica (e minha também) ser eliminada. Crescendo como um cometa ao longo do programa, Haley provou ser a grande voz da décima temporada.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

American Idol: comet at top sparking

Haley Reinhart. Começou o programa como uma desconhecida, que passou a ser figurante, que entrou definitivamente na corrida ao cantar o sucesso "Rolling in the deep", de Adele e que virou um verdadeiro cometa em seu brilho máximo no programa do Top 5 do American Idol com a performance de "House of Rising Sun". A blondshell é definitivamente a melhor voz da edição mais excitante do programa de TV mais visto dos EUA.



E parece que a votação do programa seguiu o meu pensamento (ou sendo menos egocentrista, eu estou na mesma vibe da audiência) e também salvou o meu favorito James Durbin, que não é perfeito vocalmente mas é o melhor performer, e o country-singer-superstar Scotty McCreery, que definitivamente será o Idol que mais irá vender discos em sua carreira. Sua performance de "Gone" foi simplesmente fantástica e eu, que nunca gostei de country, totally iria em um show dele depois dessa.



No bottom 2, os dois piores da noite. Lauren se segurou em "Unchained Melody" e sempre me faz pensar o que Pia Toscano faria com essa baladas... e Jacob Lusk, que junto a Pia tem a voz mais potente do programa, se entregou totalmente ao caminho da roça com uma performance "vergonha-alheia"/superpitchy de "No air". Tido como um superfavorito no começo, se perdeu ao tentar agradar a todos com escolhas mais contemporâneas e acabou eliminado. Fiquemos com suas outras superperformances na cabeça. Pra relembrar, clique aí embaixo na tag com o nome dele.

PS: quer mesmo saber tudo sobre AI? é só clicar neste link e ver o incrível "Coloca no Idol".

sexta-feira, 29 de abril de 2011

American Idol: picking a side


Bom, realmente, esta, de todas as quatro temporadas que vi (desde a sétima), é a melhor. Não havia conseguido escolher quem era o melhor até agora e, como quase todos, também fiquei chocado com a eliminação de uma forte favorita, Pia Toscano, no Top 9.

Lá no começo, nas audições, havia escrito quem eram os três favoritos: Casey Abrams, Jacob Lusk e Lauren Alaina. Ok, até aqui, no top 6, acertei. Só que os outros três componentes do Top 6 estão mais perto da vitória. Haley Reinhart é o cometa da décima edição. Tida como apenas uma coadjuvante no começo (inclusive por mim), venho crescendo e provavelmente tem a melhor voz dos que sobraram. Scooty McCreery é o verdadeiro American Idol. Representante do country, vem desafiando sua voz até já se tornar um artista totalmente comercial no gênero e, por isso, forte favorito ao título. No DialIdol, que nunca errou um campeão, ele sempre está na frente.

No entanto, chegou a hora de sair de cima do muro e escolher um favorito. Nas últimas três edições, sempre torci para o vencedor: David Cook, Kris Allen e Lee DeWyze. Agora chegou a vez de torcer para o cara que faz as performances mais orgânicas, que tem a emoção à flor da pele. Ele com certeza não é o melhor cantor da competição, mas é o melhor performer: James Durbin.

Mas alguém tinha que ir embora e, pela segunda vez, Casey Abrams, salvo pelos juízes no Top 11, foi o (não) escolhido do público. Gênio do jazz, fez uma despedida emocionante ao som de Nina Simone e finalmente assumiu o romance com Haley, em uma declaração tocante.

sexta-feira, 25 de março de 2011

American Idol: reaching the breaking point


Bom, já disse por aqui que esta é a melhor temporada do programa que eu já vi simplesmente porque os concorrentes são fantásticos. A dúvida está em quem vai ganhar. Talvez 5 ou 6 deles mereçam vencer. Não há como eliminá-los.

Depois de uma semana "just ok" (como diria Randy Jackson) no top 12, com o criativo tema "The Year they Were Bourne", veio a Motown Week no Top 11. Todos foram muito bem e alguns deles, fantásticos, como Casey Abrams, Jacob Lusk, Lauren Alaina, Pia Toscano e James Durbin.

No Results Show desta quinta, grandes surpresas como Steve Wonder, o aniversário de Steven Tyler, a grande apresentação da vencedora do Oscar e ex-Idol season 3 Jennifer Hudson e a hilária disputa de wrestling de James Durbin e Paul McDonald, featuring Hulk Hogan.

Mas o programa de quinta é tudo sobre o "dim the lights, here we go..." e para a grande surpresa de todos um dos favoritos estava lá: Casey Abrams. E ele, incrivelmente, foi o escolhido para a eliminação. Todos sabiam que ele seria salvo pelos juízes, mas a forma foi dramática. Casey cantava para sua salvação e foi parado por Randy... realmente, quem produz isso não pode ser eliminado do programa:



A notícia ruim é que na próxima semana, dois serão eliminados. Espero que Haley, Thia ou Stefano formem o triste "bottom 3". Fora estes, todos os outros são muito, muito interessantes.

PS: todo o drama com Casey não pode apagar a melhor apresentação da semana. Isto são vocais! É com você, Pia!

sexta-feira, 11 de março de 2011

American Idol: as good as it never gets

Ok, ok... eu não posso falar isso, já que assisto o programa apenas desde a sétima temporada. Mas de lá pra cá, nunca houve tantos bons talentos capazes de ganhar o programa quanto nesta edição: a jovem graciosa e talentosa Lauren Alaina, a "astoninshingly beautiful" Pia Toscano, o rocker que pode cantar tudo James Durbin, o cativante e inventino Casey Abrams, e homem da voz que pode atingir os céus Jacob Lusk e até mesmo o country Scotty McCrerry.

Todos eles conseguiram momentos simplesmente fantásticos até aqui e poderiam facilmente vencer a apagada nova e passada edição. Será uma difícil escolha para chegar ao Top 5, quanto mais ao vencedor.

Muito era perguntado se o programa sobreviveria sem o juiz Simon Cowell, que, com certeza, tinha os melhores comentários. Mas como isto é uma "singing competition", a décima edição resolveu apelar para eles, os cantores.

Já no Top 13, o programa teve agora há pouco sua primeira eliminação. E diga-se de passagem, justa. A pseudo-diva Ashthon Jones foi comparada, erroneamente, a Diana Ross. Tentou cantar uma música da Diva-mater e se deu mal. Em sua tentativa de se salvar, foi melhor na noite da eliminação, mas não o suficiente para conseguir o voto dos juízes Randy Jackson, Jennifer Lopez e de Steven Tyler.

E para ilustrar este post, escolho uma performance de um candidato que para mim, em uma primeira olhada, não deveria estar nem entre os finalistas.



Se Stefano Langone, que não é dos melhores, canta assim, só serve para ilustrar o quão boa está esta temporada. See y'all next week!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

American Idol: clichês viram realidade

Nos cansamos de ouvir que "nunca houve tantos talentos", que esta é a melhor safra de todas. Isso foi especialmente mentira na última edição, a nona, quando pessoas do naipe de Tim Urban chegaram ao Top 10. Desta vez, finalmente, a fala de Randy Jackson pode ser considerada verdadeira.

Novamente, na seleção dos 24 melhores, acho que os meninos superam as meninas em talento, mas a parte séria do programa, que começa amanhã, realmente promete. Jacob Lusk é um dos favoritos. Confira a performance que Randy classificou como a melhor da história do programa.



Se Casey Abrams não tem uma voz que alcança tantos decibéis em tom, tem o brilhantismo da originalidade de colocar seu próprio tempero em um clássico de Ray Charles, "Georgia":



Entre as meninas, Lauren Alaina, que tem apenas 15 anos, mas uma comissão de frente comparável a Dolly Parton, é o destaque. Resta saber se a bela voz será o diferencial suficiente para vencer o programa.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

American Idol "reboot" funciona com Tyler e Lopez


Como sobreviveria o programa mais assistido dos EUA sem o seu maior ícone, o rabugento mais amado do mundo, Simon Cowell? Eu achava que não iria ser interessante, mas esqueci que o forte da TV americana não está em quem fica à frente das câmeras, mas quem está por trás, produzindo.

Nova abertura, a mesma apelação ao sentimentalismo (que em 70% me pega), novos juízes. Saíram Paula Abdul (na oitava temporada), Ellen DeGeneres, Kara Dioguardi e o inglês Simon Cowell. Randy Jackson e o apresentador Ryan Seacrest são os únicos a sobreviverem a todas as temporadas.

Dois novos juízes entraram: o rockstar Steven Tyler e a pop latina cantante-atriz Jennifer Lopez. Enquanto Lopez é sentimental e linda como se esperava, Tyler é humano como seu esteriótipo não condiz, em uma interessante mistura.

Os primeiros episódios da semana revelaram algumas boas vozes, mas nada espetacular. Para o programa realmente sobreviver e continuar sobrevivendo um grande ídolo terá que ser encontrado. Teremos até maio para isso.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

American Idol: Simon Cowell pula do barco na hora certa


Sim, ele é simpático, tem uma história de vida bonita, garoto que vendia tintas, com uma voz interessante, um violão no braço e muita timidez. Isso foi suficiente para que Lee DeWyze, o cara de Chicago de 24 anos, vencesse a nona e mais fraca edição do American Idol até aqui. Sua concorrente era uma cantora fantástica, mas saída da década de 70, Crystal Bowersox, que parecia muito feliz com toda a situação.

O destaque a noite, no entanto, foram as piadas, as homenagens a Simon Cowell, o cara que manteve o programa interessante durante anos. O inglês que fatura milhões descobrindo talentos se despediu do circo do Idol na hora certa: temporada fraca, audiência em queda, apesar de ainda líder nos EUA e muitas viagens transcontinentais em sua volta.

Quem será o substituto? Não sabemos ainda, mas não importa... será impossível substituir seu sarcasmo, simpatia e conhecimento do mundo musical à altura. Restará aos próximos concorrentes a serem tão interessantes quanto à sétima ou oitava temporada para manter o programa líder.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

American Idol: Peaking at the right moment


Parecia realmente impossível Crystal Bowersox chegar à final não sendo a favorita. Mas aconteceu. Lee DeWyze, com uma certa força da produção e de Simon Cowell, surpreendeu e chegou amado por todos. Finalmente, suas apresentações foram totalmente sem falhas, sem desafinações e sua voz, rouca o suficiente para ser bem interessante, conquistou a América.

Hoje, Lee foi o primeiro integrante da pior edição do American Idol a entrar na Billboard. Além disso, seu nome era um dos trends mais comentados do twitter (junto ao onipresente Justin Bieber, que se apresentou no results show). A versão de Hallelujah de Lee foi a melhor apresentação da temporada, praticamente uma apoteose antecipada da sua vitória na próxima quarta-feira.

Crystal ficou para trás um pouco por sua simpatia forçada e muito por ser uma artista datada, alguém que viajou no tempo dos anos 70 para o século XIX. Mas voz por voz, fica difícil comparar. Bowersox rocks e talvez isso lhe dê alguma chance. See you at The Nokia Theatre!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

American Idol: tudo dentro do combinado


Uma semana fraca para um Top 4 do American Idol. Nenhum dos candidatos foi bem ao escolher as músicas dos filmes e abalar os votantes. Nos duetos, a produção colocou seus queridinhos e favoritos juntos, Crystal e Lee, que cantaram expetacularmente "Falling Slowly", uma das músicas que consagraram o campeão atual, Kris Allen, na temporada anterior.

Restava à outra dupla, Casey James e Big Mike, lutar pelo terceiro lugar. Ambos cantaram a la Chitãozinho e Xororó "Have You Ever Really Loved a Woman" e arrancaram uma confissão de Ellen DeGeneres, que ao julgá-los, respondeu que sim, em um dos momentos mais hilários do programa até aqui. Em comum, as duplas usaram suas acoustic guitars, comprovando a tendência que havia dito no primeiro post desta temporada.

Na eliminação, apesar de ter sido muito mais consistente que Casey ao longo de toda temporada, Michael Lynche foi o escolhido a se retirar da competição.

Na próxima semana, teremos a saída de Casey, que terá o último show para provar que pode cantar sim e não somente tocar magnificamente. Lee DeWyze e Crystal Bowersox farão a final dos sonhos de Simon Cowell e Lee será o superazarão. O Brasil vai poder conferir ao vivo, na Sony, no dia 26.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

American Idol: yes, you can, Lee


Um cara que vendia tintas em uma loja de departamentos qualquer seis meses atrás pode ser a pessoa mais famosa do mundo neste mês de maio. Depois do favoritismo de Crystal Bowersox começar a ceder diante de performances Ok e da eliminação de Siobhan Magnus, Lee DeWyze e sua voz aveludada (porém, as vezes "out of tune") vêm ganhando espaço e melhorando semana a semana.

A timidez está quase 100% para trás e depois de uma semana cantando Frank Sinatra melhor do Harry Connick Jr., Lee conseguiu arrebatar o favoritismo para si e com isso, emoção à pior edição do American Idol que já assisti (esta é a terceira).

Aaron Kelly, a versão serteneja do Idol, foi o eliminado da noite em que Casey James foi claramente o pior. Nada que a próxima semana não faça o Top 3 com Lee, Crystal e Big Mike.

sábado, 3 de abril de 2010

American Idol: He's back on track


O top 10 trouxe de volta um dos favoritos ainda do começo do programa e algumas surpresas. Cantando a versão acústica de "Forever", de Chris Brown, Andrew Garcia voltou a agradar e mostrar que não está em perigo de sair do show. Lee DeWyze foi apontado como o melhor da noite, enquanto Crystal Bowersox surpreendeu mais uma vez, só que desta vez, sem o violão e sim ao piano.

Siobhan Magnus abriu o programa e desafinou, derrapando na corrida pelo título junto a Bowersox. Tim Urban foi para o bottom 2 como esperado, mas a eliminada foi a sensual e frágil Didi Benami. Na semana que vem, os Idols atacam o songbook de Lennon e McCartney. Uma chance para provar que não são a pior edição do programa ou para confirmar a triste constatação? Vejamos.

sexta-feira, 19 de março de 2010

American Idol: Siobhan takes the lead


A primeira apresentação dos postulantes ao título de American Idol no grande palco trouxe uma reflexão interessante sobre a possível final. E ela, pelo menos neste ponto, não será mais entre Crystal Bowersox, favorita, e Andrew Garcia, o desafiante do início do programa. Enquanto Andrew perdeu-se e é a Lil Rounds da temporada (torço muito para que ele faça algo brilhante novamente logo!), Siobhan (Shivon, é assim que se fala!) Magnus é a nova postulante e sim, favorita ao título.

Enquanto Bowersox tem uma voz incrível e uma postura Janis Joplin total, Siobhan é a artista do século XIX, com performances incríveis e diferentes, com um look weird e cool ao mesmo tempo. Bowersox parece presa a um estilo e Magnus caminha magnífica em seu strange little world que intriga a todos.

No mais, Big Mike parece ter tomado o posto de estrela entre os homens, mas Lee Dewyse, como Simon bem disse, tem a voz mais interessante de todos. Aaron Kelly, o garoto de 16 anos, cresce na competição e Tim Urban, apesar do esforço louvável, faz hora-extra no programa.